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Luca Benites (Brasília, 1981). Filho de diplomatas cresceu em uma das poucas cidades planejadas inteiramente desde a sua criação. Sem dúvida, isso permaneceu em seu subconsciente e no modo de perceber as cidades até hoje. Ele aprendeu a experimentar e admirar a arquitetura de Oscar Niemeyer desde a infância, não sabendo que mais tarde seria parte de uma das mais importantes coleções de arte latino-americana contemporânea, pertencendo a um dos edifícios mais emblemáticos deste arquiteto, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Rio de Janeiro. Ele começou a pintar em 1998. Naquela época, ele teve aulas de pintura com o renomado pintor uruguaio Ignacio Iturria. Em 2002, ele começou a produzir suas peças em cimento. Por muitos anos, tem usado este material para sua produção, tanto no Uruguai, no Brasil e depois na Espanha. Em paralelo, em 2009 decide realizar uma mudança de formato e começa a pensar em esculturas monumentais. Anteriormente em 2005, ele havia sido o vencedor de um concurso com uma equipe de arquitetos para uma escultura monumental no Uruguai, na Praça da Intendencia Municipal de Montevidéu. Em paralelo, ele sempre teve o apoio constante do artista uruguaio Pablo Atchugarry e, assim, começou a instalação de esculturas em cimento, em primeiro lugar no parque de esculturas da Fundação em Punta del Este e mais tarde no parque de esculturas em Pueblo Garzón, onde está localizada a Galeria de Arte Contemporânea de Piero Atchugarry. Por quase 18 anos, sua produção artística concentrou-se em questionar e refletir sobre questões urbanas e o crescimento das cidades. Em 2016, decidiu dar uma guinada radical em sua carreira. Ele decide queimar todo o seu patrimônio artístico para ter a possibilidade de embarcar em um novo caminho e, assim, refinar uma abordagem muito direcionada de todos os anos anteriores de trabalho. Na pequena cidade de Ebnit na Áustria, seu documentário “FOGO” é filmado em 2017. Queima quase 300 obras. Todas as suas obras até então estavam localizadas em diferentes galerias ao redor do mundo. Com as cinzas de todas essas pinturas, fotografias, desenhos e pequenas esculturas, ele decide criar seu estágio de transição chamado “FOGO”. Durante os anos de 2017 e 2018 produz ampulhetas com as cinzas do trabalho queimado para questionar o uso do nosso tempo e o valor que damos ao nosso dia a dia. Tem mais de 70 exposições internacionais em cidades como Miami (EUA), Xangai (China), Copenhague (Dinamarca), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Barcelona (Espanha), Bilbao (Espanha), Santander (Espanha), Girona (Espanha), Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Punta del Este (Uruguai), Garzón Pueblo (Uruguai), Porto Alegre (Brasil), Lima (Peru), Busan (Coréia do Sul), entre outros . Seu trabalho faz parte de coleções relevantes no cenário da arte contemporânea, como o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC – Niterói, Brasil), projetado e construído pelo renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Esta coleção de cerca de 3.000 obras pertencentes a marchand e segunda maior colecionador de arte Brasil João Leão Sattamini Neto é formada por obras de Lygia Clark (Belo Horizonte, 1920), Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 1937), Alfredo Volpi (Lucca, 1896), Lygia Pape (Rio de Janeiro, 1927), Amílcar de Castro (Paraisópolis, 1920), entre outros grandes nomes da arte brasileira dos anos 50. Participou de exposições coletivas com renomados escultores internacionais como Manolo Valdés (Espanha, 1942), Martin Chirino (Espanha, 1925), Rafael Canogar (Espanha, 1935), Pablo Atchugarry (Uruguai, 1954), Octavio Podestá (Uruguai, 1929). Ricardo Pascale (Uruguai, 1942), entre outros. Também faz parte de importantes coleções de Arte Institucional, como o Parque das Esculturas da Fundação Pablo Atchugarry em Punta del Este (Uruguai), o Museu de Arte Contemporâneo de Sorocaba (Brasil), o Centro Cultural KAVLIN de Punta del Este, o Parque de Esculturas Tierra Garzón da Galeria Piero Atchugarry (Uruguai). o Consulado Geral do Brasil em Miami (Flórida, Estados Unidos), o Consulado Geral do Uruguai em Barcelona, a Fundação Marco Amaro (São Paulo, Brasil), ou o Centro de Arte Contemporânea Piramidón em Barcelona (Espanha). Viva e trabalhe entre os Estados Unidos, Europa e América Latina.