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Luiz Hermano Façanha Farias, nasceu em 1954, em Preaoca, município de Cascavel, Ceará. No inicio dos anos 70 estuda filosofia na Universidade Federal do Ceara, tem sua trajetória artística iniciada em 1977 quando realiza a primeira exposição individual no Náutico Atlético Cearense, em Fortaleza: America Latina, lata de sardinha com texto e curadoria de Nilo de Brito Firmeza, -o Estrigas. Em 1979, já na cidade do Rio de Janeiro, dá inicio ao curso de gravura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. No mesmo ano, transfere-se para São Paulo e a convite de Pietro Maria Bardi, realiza a mostra Desenhos, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Em 1980 edita o álbum de gravuras intitulado O Universo. Em 1984, ao receber o Prêmio Chandon; viaja para Paris, onde realiza exposição Individual na Galeria Debret. Em 1983, participa da 5ª Bienal Internacional de Seul, e da 2ª Bienal Pan-Americana de Havana, em 1986. Na década de 1980, dedica-se, sobretudo, à pintura. Nos anos 90, desenvolve obras tridimensionais utilizando materiais diversos, como cabaças naturais, fios de cobre, arame, capacitores eletrônicos, ligas de bronze, alumínio, peças de acrílico e vários tipos de peças industrializadas, deslocadas do cotidiano. Em 1987 expõe pinturas na 19ª Bienal Internacional de São Paulo e esculturas na 21ª edição do evento, em 1991. Apresenta em 1994, a mostra Esculturas para Vestir, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em 2005, participa da exposição Discover Brazil, no Ludwig Museum, Koblenz, Alemanha. Em 2008, realiza a exposição Templo do Corpo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, sendo nesta ocasião publicado o livro: Luiz Hermano. A monumentalidade na obra de Luiz Hermano, se apresenta em diversos espaços públicos. Em São Paulo, nos jardins do Museu de Arte Contemporânea da USP, Cidade Universitária; no metrô Estação República, nos jardins do Museu de Arte Moderna de São Paulo e em Recife, Pernambuco a obra Mandacaru, medindo 7 mts, encontra-se exposta no Museu Cais do Sertão. Luiz Hermano, exercita constantemente o desenho. O artista divide seu tempo entre o atelier e o mundo, como escreve Katia Canton: As viagens são formas de reivindicar territórios, consagrando ao artista um reservatório cada vez mais denso de experiências de mundo. Paisagens, templos, histórias de gente e de coisas vistas no caminho, tudo se acumula na espessura de um novo trabalho.