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Marcos Coelho Benjamim nasceu em Nanuque, Minas Gerais. Manifesta desde a infância o dom para as artes plásticas. Em 1969, transfere-se para Belo Horizonte, cidade onde vide, intensificando a sua participação no cenário artístico e cultural. A partir de 1971, desenvolve trabalhos nas artes gráficas e cartoons, colaborando com jornais. Em 1973, o colecionador Gilberto Chateaubriand adquire sessenta desenhos seus. Em 1976, realiza seus primeiros objetos escultóricos e faz a sua primeira exposição individual. Em 1979, participa de uma expedição pelo Vale do Jequitinhonha, MG, na busca das manifestações artísticas populares da região, que marcou profundamente a sua produção da década de 1980. Ao longo das duas últimas décadas, realizou inúmeras exposições no Brasil e no exterior, participou de salões e bienais, recebeu várias premiações e sua obra destacou-se por sua singularidade na produção da arte contemporânea brasileira, estando presente em destacadas coleções, no Brasil e no exterior. No ano de 1989, participou da XX Bienal Internacional de São Paulo, e recebeu o Prêmio Itamaraty. No ano de 2000, foi publicado o livro Marcos Coelho Benjamim, enfocando toda sua produção, com organização e texto de Aracy Amaral. Considerado um dos mais representativos artistas da arte contemporânea brasileira, sua obra tem sido frequentemente apresentada em mostras internacionais, figurando em inúmeras coleções particulares, instituições culturais e museus do Brasil e do exterior. Entre eles, destacam-se o Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Ministério das Relações Exteriores (Palácio do Itamaraty, Brasília), o Museu de Arte de Belo Horizonte, o Museu Oscar Niemeyer (Curitiba), a Coleção Itaú Cultural (São Paulo), a Coleção Gilberto Chateaubriand (Rio de Janeiro), a Coleção Luiz Antônio de Almeida Braga (Rio de Janeiro), a Coleção Patrícia Phelps de Cisneros (Caracas, Venezuela, e Nova York) e a Coleção de Arte Latino Americana da Universidade de Essex, Inglaterra.